Blog Código Franco

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Limites da Internet: As empresas que irão defender seus clientes


As campanhas pela internet sem limites aparentemente silenciaram.

Há alguns meses não encontramos nenhum comentário sobre este assunto, porém, recentemente surgiram matérias sobre o posicionamento da Netflix quanto aos limites atuais de consumo oferecido pelas prestadoras de serviço nos Estados Unidos.

A empresa defende que atualmente o consumo médio de um usuário do serviço apenas para serviços de TV e Streaming é aproximadamente 300GB mensais, valor condizente com a média dos limites dos serviços disponívieis no país. Porém, há reivindicação por maiores limites correscpondentes aos impactos dos novos serviços e tecnologias que estão sendo cada dia mais disseminados.

Com tecnologias mais refinadas, dados mais volumosos, maior numero de aparelhos capazes de utilizar os serviços e maior disseminação do conteúdo, caso os contratos de internet não forem reajustados, é possível que seus clientes tenham seus serviços interrompidos ou tenham que adequar seu consumo a novos limites, prejudicando diretamente a provedora de streaming.

O modelo de internet ilimitada não é insustentável como é colocado pelas empresas de telecomunicações. Insustentável é limitar o acesso à informação, diversão e até mesmo a fontes de renda de muitos cidadãos.

Talvez ao contrário do que foi dito no Brasil no inicio deste ano, este não seja o fim da internet sem limites para telefonia fixa, mas sim o fim do modelo de internet limitada, que ainda assola a vida dos usuários de telefonia móvel.

Este é o primeiro passo para o consumidor reivindicar maiores investimentos e melhorias dos serviços de internet e telecomunicação.


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